quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Deficiência de Iodo


DEFICIÊNCIA DE IODO
(Uma epidemia desconsiderada)

- Manner, M.G., et al. Salt Iodization for the Elimination of Iodine Deficiency. International Council for the Control of Iodine Deficiency Disorders. 1995.

- Modern Nutrition in Health and Disease, 9th Edition. Williams and Wilkins, 1999.

- Adrasi, E. Iodine concentration in different human brain parts. Analytical and Bioanalytical chemistry. November 13, 2003.

Artigo traduzido pelo Nutricionista Reinaldo José Ferreira – CRN 6141
reinaldonutri@gmail.com
www.suplementacaoesaude.blogspot.com

(David Brownstein, MD)

Eu estou envolvido com pesquisas sobre o iodo a sete anos. Durante este período, o iodo mostrou os melhores resultados clínicos quando comparado com qualquer outro nutriente.
Até a data atual, meus parceiros e eu pesquisamos o nível de iodo em mais de 5000 pacientes.
Os resultados mostram que mais de 96% dos pacientes testados possuem baixos níveis de iodo, sendo que a grande maioria são severamente deficientes em iodo.

Eu acredito que a deficiência de iodo está ocorrendo numa taxa epidêmica em todo os EUA. As consequências da deficiência de iodo são severas: retaedo mental, diminuição do QI (inteligência), déficit de atenção e hiperatividade (ADHD), infertilidade, problemas na tireóide, câncer de seio, próstata, ovários, tireóide e útero.
Infelizmente existe muita informação errada sobre o iodo.
As pessoas tem medo de usar o iodo devido a boatos sem fundamento
sobre este nutriente.
Por mais de 100 anos, o iodo é conhecido como o elemento necessário para a produção do hormônio da tireóide.
Entretanto, é raro ver qualquer outra informação sobre os outros benefícios do iodo. O iodo está presente em cada uma dos trilhões de células do corpo.

Sem os níveis adequados de iodo, a vida não seria possível.
O iodo não é somente necessário para a produção do hormônio da tireóide, ele é responsável também pela produção de todos os outros hormônios do corpo.
Níveis adequados de iodo são necessários para o funcionamento adequado do sistema imune.
O iodo possui uma potente ação antibacteriana, antiparasitária, antiviral e anticancêr. O iodo é também efetivo no tratamento de mamas fibrocísticas e cistos ovarianos. A tabela 1 que está no final do artigo mostra alguns dos muitos benefícios do iodo e algumas condições que podem se beneficiar com uma suplementação adequada de iodo.

Aproximadamente 1,5 bilhão de pessoas, cerca de um terço da população do planeta, residem em áreas defecientes em iodo como definido pela Organização mundial da saúde. As desordens pela deficiência de iodo podem resultar em retardo mental, bócio, aumento da mortalidade infantil, infertilidade e declínio sócio econômico.
A desordem por deficiência de iodo é a forma de prevenção mais comum de doenças como o retardo mental.
O iodo é relativamente um elemento raro, ele está situado em sexagésimo segundo lugar entre os mais abundantes elementos da terra. O iodo é encontrado principalmente na água do mar em quantidades muito pequenas e em rochas sólidas (usualmente próximas ao oceano) que se formam com a evaporação da água do mar. O iodo também pode ser encontrado em organismos marinhos, como as algas.

De fato, as algas são a mais abundante fonte de iodo porque elas possuem a habilidade de concentrar uma grande quantidade de iodo que retiram da água do mar.
O solo mais rico em iodo proporciona alimentos com maior quantidade deste mineral.
O iodo disponível comercialmente vem de diversas fontes: salitre chileno, algas marinhas e de água salgada de poços de petróleo.
Onde encontramos o iodo em nosso corpo?
Todas as células em nosso corpo contém e utilizam o iodo, mas as maiores concentrações estão presentes no sistema glandular.
A glândula tireóide possui a mais alta concentração de iodo do que qualquer outro órgão. Altas quantidades de iodo são também estocadas em muitas outras áreas do corpo incluindo as glândulas salivares, o fluído cérebro-espinhal e o cérebro, a mucosa gástrica, o plexo coróide, os seios, os ovários e o corpo ciliar dos olhos.

No cérebro, o iodo se concentra na substância negra, uma área do cérebro que está associada com a doença de Parkinson. O iodo é essencial para o crescimento e desenvolvimento normal da criança. A deficiência grave de iodo pode resultar em séria deficiência mental e surdez. Em adição, aborto espontâneo, como também o atraso no desenvolvimento físico e intelectual está associado com a deficiência de iodo.
O déficit de atenção por hiperatividade é uma doença também relacionada com a deficiência de iodo.
Reciprocamente, muito iodo pode ser um problema. Em casos raros, o excesso de iodo (doses maiores que 1 grama/dia) está associado com sintomas de hipertireoidismo.

 Qual a quantidade de Iodo que você necessita?

A melhor maneira de verificar a quantidade de iodo que você precisa é
fazer exames para ver o status de iodo no corpo. Os níveis de iodo podem ser checados no sangue ou na urina. O exame mais aceitado é o da urina. O melhor exame para verificar os níveis de iodo é o ensaio de carregamento de iodo. Este teste é feito ingerindo 50 mg de iodo; fazendo-se a coleta de urina por 24 horas.
Medindo a quantidade de iodo excretado na urina, você pode verificar o status corporal de iodo. Nossa pesquisa mostra que pessoas saudáveis têm aproximadamente uma excreção de 90%. Desta forma, se ela ingeriu 50 mg de iodo em 24 horas ela irá excretar 45 mg e reter 5mg. Quanto mais doente a pessoa está, geralmente menor é sua taxa de excreção.

Em essência, se a pessoa está muito doente, seu corpo pede por mais iodo e então ela excreta menos durante o carregamento de iodo. Nesse caso, ela irá reter uma grande parte da carga de iodo e sua taxa de excreção ficará abaixo de 90%.
O teste de carregamento de iodo ajuda muito a direcionar a dose adequada de iodo. Minha experiência mostra que a maioria dos adultos terão ótimos resultados com doses entre 20 a 25 mg por dia.
As crianças precisam de doses menores e esta pode ser calculada apropriadamente com base no seu peso corporal. Minha experiência prática mostra que indivíduos saudáveis tomando 50 mg de iodo por dia alcançará a suficiência de iodo em aproximadamente em 6 meses.
Entretanto, 50 mg de iodo para uma pessoa seriamente doente, apresentando câncer ou uma doença auto-imune; pode ser insuficiente para atender suas necessidades.
Minha experiência clínica mostra que os indivíduos doentes geralmente necessitam mais iodo do que os indivíduos saudáveis.
Os melhores resultados são obtidos usando o iodo como parte de um regime que inclui uma dose inteligente de vitaminas, minerais e hormônios bioidênticos.
Ao proceder a um programa de suplementação de iodo, é importante que use um iodo de uma empresa confiável.


 Considerações Finais:

Existe muita desinformação sobre o iodo. A deficiência de iodo está ocorrendo a taxas de epidemia.
Eu não tenho dúvidas que essa deficiência é responsável (pelo menos em parte) pela epidemia de câncer, seio, próstata e tireóide que ocorre a níveis alarmantes.
Minha experiência clínica mostra claramente que é impossível tratar essas desordens como também doenças crônicas como as doenças autoimunes sem assegurar uma ingestão adequada de iodo.
Março/2009



Ações Terapêuticas do Iodo
Antibacteriano
Anticâncer
Antiparasitário
Antiviral
pH Elevado
Agente Mucolítico



Condições que se beneficiam com o uso do Iodo
Déficit de atenção por hiperatividade
Arteriosclerose
Bócio
Cistos sebáceos
Desordens da tireóide
Doenças do fígado
Doenças da mama
Doenças do ovário
Doenças da próstata
Enxaqueca
Excesso de produção de muco
Fadiga
Hemorróidas
Hipertensão
Infecções vaginais
Mama fibrocística
Quelóides
Síndrome nefrótica

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

XYLITOL, SAÚDE BUCAL E DOENÇA CARDÍACA


XYLITOL, SAÚDE BUCAL E DOENÇA CARDÍACA.

- Meurman JH, Hamalainen P. Oral health and morbidity--implications of oral infections on the elderly. Gerodontology. 2006 Mar;23(1):3-16.

- Meurman JH, Janket SJ, Qvarnstrom M, Nuutinen P. Dental infections and serum inflammatory markers in patients with and without severe heart disease. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2003 Dec;96(6):695-700.

- Zhang YM, Zhong LJ, He BX, Nie J, Wang X, Li WC. [Study on the correlation between coronary heart disease and chronic periodontitis] Zhonghua Liu Xing Bing Xue Za Zhi. 2006 Mar;27(3):256-9.


Artigo traduzido pelo Nutricionista Reinaldo José Ferreira – CRN 6141
reinaldonutri@gmail.com
www.suplementacaoesaude.blogspot.com

Surpreendentemente, um dos mais importantes fatores de risco para doença cardíaca ocorre numa área do corpo que ninguém relaciona com saúde cardiovascular: nossa boca.
Numerosos estudos têm mostrado a correlação entre má saúde bucal e doença cardíaca.
Tanto uma má saúde bucal quanto a doença cardíaca são condições comuns na América.
De acordo com a American Heart Association, 36,3% (1 em 2,8) das mortes em 2004 foram causadas por doenças cardiovasculares. Em populações idosas, a má saúde bucal está também associada com todas as causas de mortalidade.
O National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) 1999-2002 investigou a saúde oral da população nos Estados Unidos.
Este estudo mostrou que 41% das crianças entre 2 e 11 anos, 50% das crianças entre 12 e 15 anos e 68 % dos adolescentes entre 16 e 19 anos apresentam cárie dentária em sua dentição primária.
Também a prevalência de cáries em adultos mostrou que 87% dos indivíduos entre 20 e 39 anos e 95% com idade entre 40 e 59 anos possuem cárie na superfície da dentição permanente.
Este estudo mostrou outro fato alarmante: 25 % dos adultos com mais de 60 anos sofrem de uma perda total dos dentes.
Devido a prevalência destas condições, a correlação entre saúde bucal e doença cardíaca é significante sendo que a saúde oral possa ser uma importante intervenção para diminuir a mortalidade cardiovascular.
Alguns pesquisadores tem argumentado que infecções orais podem produzir
marcadores inflamatórios, os quais contribuem para a doença cardíaca coronariana (CHD). Os estudos indicam que os marcadores inflamatórios como a proteína C reativa (CRP), a taxa de sedimentação dos eritrócitos (ESR), e os níveis de fibrinogênio são significativamente altos em indivíduos com doença cardíaca coronariana.
Paciente com CHD também apresentam uma maior prevalência de gengivite, uma menor dentição natural e um aumento da perda dos dentes quando comparado com indivíduos que não apresentam doença cardíaca coronariana.
A periodontite também é um fator de risco independente para doença cardíaca coronariana. De fato os estudos mostram que a severidade da periodontite é diretamente correlacionada a severidade da doença cardíaca.
Pesquisa adicional indica que indivíduos com doença cardíaca aterosclerótica (PAD), 84,4% tinham periodontite; comparados com somente 22,5% em indivíduos que não apresentavam doença cardíaca coronariana.
Além disso, doença periodontal está associada com a elevação de marcadores inflamatórios e isso é um importante fator de risco para doença cardíaca coronariana, mais do que o colesterol de baixa densidade (LDL) e da pressão arterial.
Evidências também indicam que a freqüência incidente de perda dentária está intimamente relacionada com a doença arterial periférica, principalmente em homens com doença periodontal.
Adicionalmente, os pesquisadores mostram que a doença periodontal está fortemente associada com a hipertensão e ao risco de infarto do miocárdio em indivíduos de meia idade.
Este estudo demonstra ainda que a incidência de doença periodontal possui uma forte relação com a hipertensão em qualquer idade.
Um baixo número de dentes naturais, também está relacionado com o aumento do risco de infarto do miocárdio.

 SUPORTE NATURAL PARA A SAÚDE ORAL E DOENÇA CARDÍACA:

XYLITOL

O xylitol é um álcool de açúcar de cinco carbonos derivado da XILOSE; é encontrado na maioria das frutas e vegetais, podendo ser usado como um substituto do açúcar (sacarose). Comercialmente produzido;
o xylitol é normalmente extraído do vidoeiro e outras madeiras nobres. A maioria dos açúcares são hidrolisados pela amilase, provendo um substrato para as bactérias orais. Essas bactérias diminuem o pH da saliva propiciando o aparecimento das placas dentárias e a desmineralização dos dentes o que compromete a saúde bucal.
O xylitol, ao contrário dos outros açúcares tem mostrado ser benéfico à saúde oral e ainda diminuir as cáries.
O consumo de xylitol diminui a quantidade de placas e a quantidade e virulência da bactéria streptococos mutans nas placas e na saliva.
O streptococos mutans é frequentemente transmitido das mães para seus filhos logo ao nascer. Os estudos demonstram que mães que mascam chicletes com xylitol diminuem o risco da transmissão dessa bactéria para seus filhos. De fato, este estudo mostra que com dois anos de idade, somente 9,7% das crianças cujas mães começam a mascar chicletes com xylitol quando seus filhos estavam com três meses de vida tinham o streptococos mutans.
Em crianças cujas mães foram tratadas com flúor, um significante percentual (48,5%) estavam contaminadas com o streptococos mutans.
Adicionalmente os pesquisadores mostram que mesmo cinco anos após a descontinuação do uso do chiclete de xylitol, as crianças que pertenciam ao grupo do xylitol apresentavam um risco 59% menor de cárie nos dentes quando comparado com o grupo de crianças que não usaram o chiclete com xylitol.
Este estudo também mostrou que os dentes que surgiram um ano após a descontinuação do estudo tiveram uma diminuição a longo termo do risco de cárie dental em torno de 93%, mostrando que crianças devem mascar chicletes com xylitol ou consumir outras formas de xylitol regularmente, começando um ano antes do surgimento da dentição permanente.
Devido o xylitol apresentar um baixo índice glicêmico, ser um substituto natural do açúcar, sua inclusão na dieta pode também exercer um papel na manutenção de níveis saudáveis de glicose sanguínea. O link entre diabetes e o aumento do risco de doença cardíaca está bem estabelecido, indicando que o xylitol pode melhorar a saúde cardiovascular em vários níveis.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Selênio e Saúde Neurológica


O MINERAL SELÊNIO BENEFICIA A SAÚDE NEUROLÓGICA
- Shahar A, Patel KV, Semba RD, Bandinelli S, Shahar DR, Ferrucci L, Guralnik JM. Plasma selenium is positively related to performance in neurological tasks assessing coordination and motor speed. Mov Disord. 2010 Sep 15;25(12):1909-15.

Artigo traduzido pelo Nutricionista Reinaldo José Ferreira – CRN 6141
reinaldonutri@gmail.com
www.suplementacaoesaude.blogspot.com

Um estudo recente demonstra que o mineral selênio possui um importante papel na saúde neurológica. O selênio é um mineral traço que é incorporado as proteínas, e apresenta uma função de extrema importância como enzimas antioxidantes.
Estas enzimas ajudam a proteger o corpo dos efeitos nocivos dos radicais livres e do stress oxidativo. O sistema nervoso é particularmente suscetível aos malefícios dos radicais livres devido ao seu alto conteúdo de ferro e consumo de oxigênio e relativamente baixos níveis de enzimas antioxidantes.
Neste novo estudo, os pesquisadores examinaram a associação entre níveis de selênio no sangue e sinais de mudanças neurológicas no sistema striatonigral; está é a parte do cérebro que liga o corpo estriado a substância negra.
Essas duas áreas no cérebro trabalham juntas para regular nossos movimentos e equilíbrio.
O indivíduos do estudo totalizaram 1.012 adultos com idade de 65 anos ou mais. Eles foram avaliados pelos níveis de selênio no sangue e examinados por médicos para determinar se alterações neurológicas estavam presentes.
Os resultados mostraram que existe uma forte associação entre níveis de selênio no sangue e avaliações da performance de coordenação.
Em adição, o estudo mostrou que baixos níveis de selênio no sangue estão associados com uma diminuição da performance em testes de coordenação na avaliação de adultos idosos.

(Mais um motivo para a ingestão de um polivitamínico/mineral, que obrigatoriamente não deve conter ferro).

domingo, 21 de agosto de 2011

Vitaminaas C, D e sua Ação nas Gripes e Resfriados


NUTRIENTES CRUCIAIS (VITAMINAS C E D) MELHORAM A IMUNIDADE E AJUDAM A PREVENIR GRIPES E RESFRIADOS
Artigo retirado do Informativo Mensal
Vitamin Research News
(www.vrp.com) Março/2009
Editado pela Equipe VRP

- Ginde AA, Mansbach JM, Camargo CA Jr. Association between serum 25-hydroxyvitamin D level and upper respiratory tract infection in the Third National Health and Nutrition Examination Survey. Arch Intern Med. 2009 Feb 23;169(4):384-90.

Artigo traduzido pelo Nutricionista Reinaldo José Ferreira – CRN 6141
reinaldonutri@gmail.com
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Embora a vitamina C tenha sido considerada como um importante nutriente para evitar as gripes e resfriados, os pesquisadores têm conduzido estudos que indicam que outra vitamina pode exercer um papel ainda mais importante do que a vitamina C na defesa do corpo contra o vírus da gripe.
Estudos prévios mostram a importância da vitamina D na imunidade inata, incluindo a prevenção de infecções do trato respiratório.

Consequentemente, em um novo estudo, os pesquisadores analisaram os níveis de vitamina D e sua relação inversa com infecções recente do trato respiratório superior (gripes e resfriados).
Os pesquisadores examinaram a associação entre os níveis de vitamina D e infecções recentes do trato respiratório superior em 18.883 indivíduos participantes do Third National Health and Nutrition Examination Survey. Os participantes tinham 12 anos de idade ou mais.
Depois dos ajustes aos fatores clínicos e demográficos (estação do ano, IMC, fumante ou não, asma, doença pulmonar crônica obstrutiva), os cientistas descobriram que a média do nível de vitamina D era de 29 ng/ml e 19% dos participantes relataram infecção recente do trato respiratório superior.

Mesmo depois dos ajustes as características clínicas e demográficas, baixos níveis de vitamina D foram independentemente associados com indivíduos que relataram infecções do trato respiratório superior.
A análise mostra que quando comparados com aqueles com ótimos níveis de vitamina D (maiores que 30 ng/ml), indivíduos com menos de 10 ng/ml possuem um risco 36% maior em apresentar infecções respiratórias quando comparados aos participantes com altos níveis de vitamina D.
Pessoas com níveis de 10 ng/ml ou menos de 30 ng/ml têm uma probabilidade 24% maior de desenvolver infecções respiratórias quando comparados com aqueles com níveis mais altos de vitamina D.
A associação entre níveis baixos de vitamina D e infecções respiratórias superiores parece ser ainda mais forte em indivíduos com asma e doença pulmonar crônica obstrutiva.